Os nossos queridos velhinhos que adoramos e não queremos que nos deixem. Mas quando olhamos para eles, aos 85, 90 anos, já sem conseguirem ver, muito surdos, a "leste do paraíso" perdidos no Alzheimer e na demência, já quase sem andar, cheios de dores, incontinentes e sempre a tirar a fralda, já sem paciência sequer para ver TV, a dormir cheios de comprimidos , perguntamos se nós também queremos "chegar lá" e ser assim.
Teremos nós capacidade, consciência e coragem para , a partir da idade em que deixamos de tirar qualquer gosto e sabor da vida, deixarmos de tomar os comprimidos que nos mantêm a tensão baixa, os diabetes baixos e o coração a bater?
Teremos nós coragem para - quando já nos começamos a esquecer do bico do fogão ligado e a usar fralda de forma permanente , proibir que nos deixem de dar os medicamentos para poder "partir" na nossa "hora" sem nos tornarmos um fardo para a família?
Que não conseguimos fazer isso aos nossos queridos velhinhos, não conseguimos (nem queremos pensar nisso). Mas podemos decidir que não queremos chegar lá. Basta deixar de tomar os medicamentos a determinada altura..... Espero ter coragem para decidir deixar de os tomar.
Número total de visualizações de páginas
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
sábado, 12 de outubro de 2013
Pensão de sobrevivência? Não e sim. Equilíbrio.
As razões que estiveram na base da instituição das pensões de sobrevivência são velhas e desactualizadas: as mulheres não trabalhavam fora de casa e, se o marido morria, ficavam com os filhos pequenos a cargo e sem qualquer tipo de apoio do Estado.
O mundo, entretanto, mudou (falamos de mais século menos século...). Se é certo que idosas de 80 e mais anos ainda pertencem a esse mundo velho (em que as mulheres só trabalhavam em casa), o "subsídio" distorceu-se e descaracterizou-se, passando de um apoio social de auxílio numa situação aflitiva da vida da mulher que enviuvou com filhos pequenos a cargo, para uma pensão confortável vitalícia, que se estendeu a homens e mulheres, com ou sem filhos, fossem estes maiores ou menores de idade e taxado em metade da pensão/salário do morto, fosse ele de €. 500,00 euro ou de €. 4.000,00 (!!!) e, muitas vezes, com contas bancárias bem simpáticas....
Tal como o subsídio de desemprego, o apoio do Estado - em qualquer circunstância - destina-se a auxiliar no imediato (por tempo definido, transitório e razoável - não para sempre!) as pessoas que , por razões - e azares da vida - se encontram, a determinada altura, uma situação de aflição. Não há qualquer razão social para todos nós "descontarmos" nos impostos para manter situações vitalícias a um qualquer viúvo ou viúva, guie ou não um BMW, tenha, ou não, €. 50.000,00 no banco, tenha ou não filhos maiores....
Nos tempos modernos - em que todos temos de trabalhar fora de casa - urgentemente há que encontrar um sistema justo e equilibrado, que socorra um viúvo recente ou uma viúva, que tenha filhos menores a cargo, "substituindo-se" o Estado ao pai ou mãe falecidos, em contribuição para que os menores não passem fome e não fiquem desamparados , durante um período de tempo razoável (não para sempre!), designadamente até atingirem a maioridade e completarem os estudos.
Após este período transitório, - como todos os outros cidadãos -, viúva e filhos devem sobreviver com o que conseguirem ganhar com o seu trabalho. E amealhar para a velhice.
Em Portugal, se há muitos idosos que dependem da pensão de sobrevivência para comer, há outros milhares de viúvos e viúvas, que recebem pensões de sobrevivência muito simpáticas e que servem para ir fazendo um razoável mealheiro.
Temos, actualmente, um sistema distorcido, em que, em milhares de casos as viúvas não recebem um pequeno apoio ou uma prestação equilibrada, mas em que o Estado assegura que se mantenha o nível de vida e estilo social que tinham quando o marido era vivo.
Se é certo que muitas velhinhas têm uma pensão de sobrevivência baixa - da qual dependem para sua própria sobrevivência (e às quais todos nós Estado temos de continuar a contribuir para que não passem fome e frio) até ao fim da vida delas, mais certo é que o Estado (todos nós) não pode deixar que se continuem a atribuir pensões vitalícias a pessoas ainda jovens, com filhos maiores e capacidade para trabalhar.
Ainda para mais, uma sociedade em que quase 50% dos casais se divorciam, com filhos pequenos ou não e não têm qualquer "subsídio" do Estado porque não têm .... casamento (o actual sistema de pensões de sobrevivência é injusto e discriminatório dos divorciados)
Espera-se equilíbrio na atribuição das pensões de sobrevivência, e um regime transitório que permita a manutenção de algumas pensões a pessoas idosas, a apreciar caso a caso.
No mais, A PENSÃO DE SOBREVIVÊNCIA DEVE DESAPARECER, sendo substituída por um subsídio de apoio apenas no caso de existirem no agregado filhos menores e jovens até completarem os estudos (máximo 25 anos) , após o que , viúvo ou viúva vai "ter de se fazer à vida" e trabalhar como todos nós.
O casamento é um contrato privado entre duas pessoas que não serve de base à atribuição de subsídios.
Se eu sou divorciada e tenho de me "amanhar" com o produto do meu trabalho (e programar sozinha a minha velhice), a que propósito é que a vizinha do lado, que ganha o mesmo que eu, tem a minha idade - já com filhos maiores - (e que até aturava as bebedeiras do marido e levava uns estalos valentes na cara, mas não tinha coragem de se divorciar) - fica a receber uma prestação vitalícia do Estado para o resto da vida ?
Subsídio de apoio sim, com um valor de auxílio social , por período transitório e apenas quando haja filhos menores ou a completar estudos.
Quem quer velhices confortáveis que se aplique durante a vida.
O mundo, entretanto, mudou (falamos de mais século menos século...). Se é certo que idosas de 80 e mais anos ainda pertencem a esse mundo velho (em que as mulheres só trabalhavam em casa), o "subsídio" distorceu-se e descaracterizou-se, passando de um apoio social de auxílio numa situação aflitiva da vida da mulher que enviuvou com filhos pequenos a cargo, para uma pensão confortável vitalícia, que se estendeu a homens e mulheres, com ou sem filhos, fossem estes maiores ou menores de idade e taxado em metade da pensão/salário do morto, fosse ele de €. 500,00 euro ou de €. 4.000,00 (!!!) e, muitas vezes, com contas bancárias bem simpáticas....
Tal como o subsídio de desemprego, o apoio do Estado - em qualquer circunstância - destina-se a auxiliar no imediato (por tempo definido, transitório e razoável - não para sempre!) as pessoas que , por razões - e azares da vida - se encontram, a determinada altura, uma situação de aflição. Não há qualquer razão social para todos nós "descontarmos" nos impostos para manter situações vitalícias a um qualquer viúvo ou viúva, guie ou não um BMW, tenha, ou não, €. 50.000,00 no banco, tenha ou não filhos maiores....
Nos tempos modernos - em que todos temos de trabalhar fora de casa - urgentemente há que encontrar um sistema justo e equilibrado, que socorra um viúvo recente ou uma viúva, que tenha filhos menores a cargo, "substituindo-se" o Estado ao pai ou mãe falecidos, em contribuição para que os menores não passem fome e não fiquem desamparados , durante um período de tempo razoável (não para sempre!), designadamente até atingirem a maioridade e completarem os estudos.
Após este período transitório, - como todos os outros cidadãos -, viúva e filhos devem sobreviver com o que conseguirem ganhar com o seu trabalho. E amealhar para a velhice.
Em Portugal, se há muitos idosos que dependem da pensão de sobrevivência para comer, há outros milhares de viúvos e viúvas, que recebem pensões de sobrevivência muito simpáticas e que servem para ir fazendo um razoável mealheiro.
Temos, actualmente, um sistema distorcido, em que, em milhares de casos as viúvas não recebem um pequeno apoio ou uma prestação equilibrada, mas em que o Estado assegura que se mantenha o nível de vida e estilo social que tinham quando o marido era vivo.
Se é certo que muitas velhinhas têm uma pensão de sobrevivência baixa - da qual dependem para sua própria sobrevivência (e às quais todos nós Estado temos de continuar a contribuir para que não passem fome e frio) até ao fim da vida delas, mais certo é que o Estado (todos nós) não pode deixar que se continuem a atribuir pensões vitalícias a pessoas ainda jovens, com filhos maiores e capacidade para trabalhar.
Ainda para mais, uma sociedade em que quase 50% dos casais se divorciam, com filhos pequenos ou não e não têm qualquer "subsídio" do Estado porque não têm .... casamento (o actual sistema de pensões de sobrevivência é injusto e discriminatório dos divorciados)
Espera-se equilíbrio na atribuição das pensões de sobrevivência, e um regime transitório que permita a manutenção de algumas pensões a pessoas idosas, a apreciar caso a caso.
No mais, A PENSÃO DE SOBREVIVÊNCIA DEVE DESAPARECER, sendo substituída por um subsídio de apoio apenas no caso de existirem no agregado filhos menores e jovens até completarem os estudos (máximo 25 anos) , após o que , viúvo ou viúva vai "ter de se fazer à vida" e trabalhar como todos nós.
O casamento é um contrato privado entre duas pessoas que não serve de base à atribuição de subsídios.
Se eu sou divorciada e tenho de me "amanhar" com o produto do meu trabalho (e programar sozinha a minha velhice), a que propósito é que a vizinha do lado, que ganha o mesmo que eu, tem a minha idade - já com filhos maiores - (e que até aturava as bebedeiras do marido e levava uns estalos valentes na cara, mas não tinha coragem de se divorciar) - fica a receber uma prestação vitalícia do Estado para o resto da vida ?
Subsídio de apoio sim, com um valor de auxílio social , por período transitório e apenas quando haja filhos menores ou a completar estudos.
Quem quer velhices confortáveis que se aplique durante a vida.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Quem tem uma empresa tem sarilhos!
Ainda sem sequer ter conseguido fazer contas à vida, pequenas e microempresas, se não foram ainda à falência, vão agora de certeza por "água abaixo" com as coimas brutais da Autoridade das Condições do Trabalho e Finanças e múltiplas obrigações que lhes são impostas. Ele é o TOC - contabilista - obrigatório que obriga a avença mensal ou ...trimestral + IVA. Ele são as liquidações "oficiosas" de IVA e pagamentos por conta de IRC mesmo que a sociedade (zinha) não tenha facturado ou vendido nada. Ele é a obrigação anual de apresentar o Relatório Único - uma subtileza de preenchimento "tão danado" que obriga a tirar um curso combinado de economia/direito e gestão.... Ele é a comunicação obrigatória das cessações por extinção do posto de trabalho no talho do Sr. Manel que tinha posto a trabalhar o Xico filho da vizinha do 1º andar enquanto alguém lá ia comprar umas febras..... fora as inspecções e autos de contraordenação das ASAEs deste mundo. Ele são os descontos obrigatórios para a Segurança Social....Ele é a Formação contínua obrigatória que tem de dar aos trabalhadores, mesmo os que estão a prazo! Ele é a medicina e segurança do trabalho! Ele é a Luz e água mais cara por ser "contrato de empresa". Ele é "afogar-se" em obrigações - muitas das quais ninguém supõe que existem! CONSELHO AMIGO: não abra uma empresa nem por nada deste mundo! Quem tem uma empresa tem sarilhos. Se tiver oportunidade de realizar um dinheirito, num qualquer servicito que faça, vá às Finanças no dia em que receber o dinheirito, dê início à actividade como independente, pague o IVA (ou IRS se for devido) de Acto Isolado e ..... FUJA de ser empresário! Depressa!
domingo, 23 de junho de 2013
Obra do Demo!
Há uns tempos no Mini-Preço aqui da zona partiu-se um vidro de cima da tampa do balcão congelador horizontal . Durante uma semana o balcão esteve sem o vidro e o termómetro nos - 6 graus.
Um dia dessa semana seguinte, estava eu a tirar uma embalagem congelada desse congelador e veio uma senhora de cerca de 70 anos dizer-me em voz muito alta (para os funcionários ouvirem, percebi depois):
- Não leve isso porque essas "coisas" estão aí há uma semana com isto sem vidro.
Eu disse-lhe baixinho, meia envergonhada:
- "Não faz mal. Os alimentos aqui no fundo não descongelaram."
- "Não descongelaram?" disse a senhora furiosa. " Então me lhe disse que estão há uma semana assim? Está tudo estragado."
- " O ar frio desce. Lá em baixo não chegou ao ponto de descongelação..... " comecei eu a dizer.
- "Quem é que lhe disse isso ? " Perguntou-me a mulher furiosa, com um ar arrogante e indignadíssimo perante a minha passividade de consumidora e como se eu fosse muito burra.
Foi nessa altura que fugi rapidamente dali para a caixa (com a embalagem dos congelados atrás), sem dizer mais nada, pensando que, para essa mulher o telefone que ela tinha lá em casa devia ser "obra do demo" !
Um dia dessa semana seguinte, estava eu a tirar uma embalagem congelada desse congelador e veio uma senhora de cerca de 70 anos dizer-me em voz muito alta (para os funcionários ouvirem, percebi depois):
- Não leve isso porque essas "coisas" estão aí há uma semana com isto sem vidro.
Eu disse-lhe baixinho, meia envergonhada:
- "Não faz mal. Os alimentos aqui no fundo não descongelaram."
- "Não descongelaram?" disse a senhora furiosa. " Então me lhe disse que estão há uma semana assim? Está tudo estragado."
- " O ar frio desce. Lá em baixo não chegou ao ponto de descongelação..... " comecei eu a dizer.
- "Quem é que lhe disse isso ? " Perguntou-me a mulher furiosa, com um ar arrogante e indignadíssimo perante a minha passividade de consumidora e como se eu fosse muito burra.
Foi nessa altura que fugi rapidamente dali para a caixa (com a embalagem dos congelados atrás), sem dizer mais nada, pensando que, para essa mulher o telefone que ela tinha lá em casa devia ser "obra do demo" !
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Greve dos bigodes. “Bora” fazer greve dia 2 de Julho, outra vez.
Direito à greve é direito à greve.
Luta de barba - bigode - rija , é luta rija, até ao fim.
“Bora“ ” lá fazer greve dia 2 de Julho outra vez, que a de hoje foi muita gira.
Os alunos que “ se lixem”. O que interessa é que “lixámos” o Crato (achamos nós....).
Não percebemos muito bem o que ganhámos com isso - para além da fúria dos pais e dos alunos - e uns tempos de antena na tv - mas foi “muita” giro .
Luta de barba - bigode - rija , é luta rija, até ao fim.
“Bora“ ” lá fazer greve dia 2 de Julho outra vez, que a de hoje foi muita gira.
Os alunos que “ se lixem”. O que interessa é que “lixámos” o Crato (achamos nós....).
Não percebemos muito bem o que ganhámos com isso - para além da fúria dos pais e dos alunos - e uns tempos de antena na tv - mas foi “muita” giro .
terça-feira, 11 de junho de 2013
Não precisamos de professores destes ! Desapareçam !
TOTAL DESRESPEITO PELOS ALUNOS. O calendário dos exames foi fixado em 2012, considerando o fim das aulas, os feriados para tempo para estudar e a data da apresentação das candidaturas à Universidade. Alunos e pais em stress .... alunos que deixam de estudar para os exames por causa da indecisão.
Muitíssimo mal Nuno Crato que não assume as datas fixadas.
Todos mal. No meio de tudo isto, alunos e famílias irritadíssimos com sindicatos e Ministério.
O sistema educativo SERVE A .... EDUCAÇÃO e ... OS ALUNOS. Haja respeito pelo esforço e aspirações dos jovens e de quem está a estudar.
Não precisamos de gente desta. Não precisamos de funcionários públicos destes que desrespeitam os alunos.
Muitíssimo mal Nuno Crato que não assume as datas fixadas.
Todos mal. No meio de tudo isto, alunos e famílias irritadíssimos com sindicatos e Ministério.
O sistema educativo SERVE A .... EDUCAÇÃO e ... OS ALUNOS. Haja respeito pelo esforço e aspirações dos jovens e de quem está a estudar.
Não precisamos de gente desta. Não precisamos de funcionários públicos destes que desrespeitam os alunos.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Decisão do "Constitucional" "caiu que nem ginjas" !
Perfeito: não se pode tirar o subsídio de
férias aos pensionistas e funcionários públicos porque os trabalhadores do
privado o têm e, por isso, há desigualdade na aplicação da lei a uns e outros.
Ou seja, enquanto o Código do Trabalho não for alterado - é uma lei (altera-se
por maioria na Assembleia da República) , não há hipótese: mesmo quem já está
reformado tem direito a férias pagas. MAS.....
....como não se pode
"cortar" o subsídio - e o governo não teve até agora coragem para "mexer" no
Código do Trabalho (e "concertou" com os parceiros sociais "coisas" que agora
tem de mudar ), vai poder agora - como muito mais bases - despedir os excessos
de funcionários públicos.
O que, supostamente, iria acontecer lá para
2014 (tinha-se negociado o adiamento do corte dos tais 4 mil milhões....) vai
acontecer já agora.
Para o governo, que estava com "pruídos" de mandar
para casa uns 50.000 funcionários públicos - e reformar o Estado - tirando
benefícios, subsídios, reduzindo o seu valor e duração - a decisão do Tribunal
Constitucional "caiu que nem gingas " !
Querem refilar agora ? Refilem
com o Constitucional !
domingo, 17 de março de 2013
Mas.... é suposto as previsões da Troika "falharem" ?
Já não estamos a perceber isto há algum tempo: cada vez que vem cá a Troika todos chegam à conclusão que quer as suas previsões, quer as do governo.... falharam ! Mas.... é suposto ser assim? Então o FMI não tem os melhores dos mais qualificados economistas do mundo? Se esta gente "falha" sucessivamente nas previsões e nas "prescrições" do "remédio" para a economia portuguesa, quem é que doravante vai acreditar neles?
Chegaram com um ar "falsamente" humilde de quem nos ia ensinar em " 3 lições " como controlar a economia portuguesa e como fazê-la crescer. Passaram-se 2 anos de sucessivos "falhanços" nas previsões da Troika e nem um "cheirinho" de crescimento e redinamização do mercado e economia portuguesa à vista.
Afinal, o que se quer não é "compor" a economia portuguesa de acordo com uma visão de economia europeia social , mas sim implementar em Portugal um Regime Liberalista Duro? Com 9.999 milhões de pobres e meia dúzia de ricos? Tipo Séc. XXI ?
.....e eu que pensava que estas "coisas" eram coisa de partidos políticos e opções de economia política que se votavam nas eleições.......
Chegaram com um ar "falsamente" humilde de quem nos ia ensinar em " 3 lições " como controlar a economia portuguesa e como fazê-la crescer. Passaram-se 2 anos de sucessivos "falhanços" nas previsões da Troika e nem um "cheirinho" de crescimento e redinamização do mercado e economia portuguesa à vista.
Afinal, o que se quer não é "compor" a economia portuguesa de acordo com uma visão de economia europeia social , mas sim implementar em Portugal um Regime Liberalista Duro? Com 9.999 milhões de pobres e meia dúzia de ricos? Tipo Séc. XXI ?
.....e eu que pensava que estas "coisas" eram coisa de partidos políticos e opções de economia política que se votavam nas eleições.......
sexta-feira, 8 de março de 2013
Salário mínimo : as pessoas comem o quê ?
Como é que alguém que ganha €. 485,00 (brutos...) por mês pode pagar um passe social de €. 50,00/mês para ir trabalhar ? E como é que pode pagar renda de casa, água , luz e gás ? E come o quê?
Subscrever:
Mensagens (Atom)