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terça-feira, 20 de novembro de 2012

A que propósito é que o Estado Social tem de ser repensado?

Mas há alguma dúvida acerca do que é o Estado Social e da sua continuidade? Estado-social é aquele que acode e cuida dos seus idosos, doentes, deficientes e incapazes (temporária ou definitivamente).

E não é isso que as nossas leis já prevêm?

Mas querem pensar o quê? Se o Estado deve ter Lares para acolher os idosos ou deve acompanhar e ajudar uma pessoa com deficiência? Ou deve tratar uma pessoa com cancro que não pode trabalharm durante o período em que esteja impedida de o fazer?

Mas, no Séc. XXI alguém tem dúvidas que o Estado - ou seja, todos nós, cidadãos, em conjunto - não deixamos "morrer" e viver na miséria os mais fracos da nossa sociedade?

O que nós precisamos sim, é de fiscalização das leis que já existem, porque o que eu vejo todos os dias é que os verdadeiramente doentes, deficientes e necessitados continuam sem nada (e pobres, cada vez mais pobres....) porque nem sabem que existem apoios e a assistência social não se desloca a eles e vejo que os "mentirosos" se vão aproveitando do Sistema.

Quanto à questão da protecção no desemprego, compreende-se desde que seja efectivamente um "auxílio do Estado", a conceder numa emergência laboral, imprevisível, e não um modo de vida subsídio-dependente, devendo sempre ter uma duração breve para obrigar as pessoas a ter outro dinamismo na criação de emprego próprio.

E acabem com a pensão de sobrevivência para os homens e mulheres com mais de €. 1.000,00 de pensão própria, desde que os filhos já sejam maiores.

Se as pessoas que se querem reformar aos 68 anos, querem manter o "estilo de vida" , que poupem e apliquem poupanças durante a sua vida activa para que venham a beneficiar do seu investimento na velhice. Não se obrigue é o Estado a dar mais €. 750 ou 1.000 ou 2.000 euros de pensão de sobrevivência a um viúvo, acrescendo à pensão do próprio, só para ele mantar o "estilo de vida".

Isso não é Estado Social: é enriquecimento sem causa.




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