É típico: quando boys e girls começam a ser investigados e a existir investigações no DIAP: os valores das contas bancários das anteriores girls e boy, passam para outras contas ou passam para o "hiper-espaço" dos "créditos indefinidos" sobre terceiros.
Ou seja, hoje é "emprestado" dinheiro a alguém, ou alguma empresa, para pagar dívidas de imediato e a "retoma" ao "messias emprestador" fica no "éter" ...de um crédito sobre terceiro, enevoado e indefinido quanto à forma de recuperação, porque o próprio "messias" não pode ter bens em seu nome.
Que os valores do "empréstimo virão a ser recuperados, não há dúvida nenhuma. Quando? já, pelo controlo de gestão. E mais tarde? Também, ao longo do processo, pela "injecção" de mais algum.
O dinheiro "tocado" não é para ser recuperar em .... dinheiro. É para ser "rolado". Pode vir a ser recuperado em género, com a aquisição de acções, ou direitos em negócio, ou futuras participações em Fundo, em Agrupamentos, em cessões ou concessões, em cargos, em cargos..... fica pendente. Indefinidamente.
E isto porquê? Porque existem providências cautelares de arresto ou penhoras sobre os boys e girls que não lhes permitem ter bens em seu nome, do tio do piriquito e do canário, porque está tudo sobre investigação e pode ser tudo "arrestado" ou "penhorado".
Mas a influência do dinheiro "vivo" mantém-se. Sempre. E quando alguém se deixa enredar (ou entrar) em "negócios deste tipo" , ou é tão esperto como os outros , ou é "comido vivo" em 3 tempos.
Mau, mau é quando o negócio não é do próprio mas de um grupo, que lhe virá a pedir "contas" sobre eventuais loucuras....
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