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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Álvaro Santos Pereira: a inutilidade deste "defunto".

Expirou. Sem realizar qualquer acto relevante em prol do País. O Ministro da Economia, suposto motor e peça fundamental de um País que se quer em reabilitação, que deveria ser a figura primeira numa situação de crise como a actual, dirigindo a recuperação económica, nunca chegou a aparecer .

Porquê? Por não soube impôr-se. Não soube convencer o primeiro-ministro que a recuperação e boa saúde de gestão de um país passa pelas ideias, criatividade e desenvolvimento da economia - e nunca pelo comando e manuseamento das taxas e impostos feito por um ministro das finanças, que deve, apenas, remeter-se à fiscalização da organização das finanças.

Álvaro Santos Pereira "morreu", não teve coragem política, não soube argumentar, não conseguiu dar o "murro na mesa".

Ou melhor: Álvaro Santos Pereira suicidou-se. Deixou-se "bater" pelas dificuldades, não conseguiu reagir nem implementar as "aulas" que dava no Canadá. Se foi ingénuo? Esperava-se que com a sua intelectualidade e experiência soubesse que há "ratos" na política. A todos os níveis. Do contínuo ao ministro.  Santos Pereira não podia ignorar que estar num governo a competir com "iguais" é bem diferente de dar aulas na faculdade. Teóricas. A realidade é muitíssimo mais dura.

"Expirou" Álvaro Santos Pereira. Com isso "lixam-se" os portugueses.

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